Tipos de relações interpessoais

Sob relações interpessoais envolvem a coleta de todos os tipos de relações e da forma como as pessoas interagem. Eles podem surgir como entre dois indivíduos, e entre os grandes grupos sociais. relações interpessoais são baseados em mútuo ou oposta às pessoas e pode levar um emocional positivo ou negativo. Tipos de Relação Interpessoal. Esses três tipos de relacionamentos interpessoais estão divididos em duas vertentes: Relações Unilaterais e Bilaterais. Passando para os tipos de relações interpessoais, temos as relações unilaterais como uma relação onde apenas uma parte sai “ganhando”, na qual há sempre um grande número de ... Es=los de Relações Interpessoais É preciso compreender que: Para isso, tem de admi=r 1. A estrutura pessoal não É legí=mo que o indivíduo que a mudança no seu é imutável; queira mudar e melhorar o comportamento é possível 2. Conflitos interpessoais na equipe são os mais comuns do que outros tipos de confrontos. Conflitos nos relacionamentos interpessoais . Confronto nas relações interpessoais é muitas vezes considerado como um choque de indivíduos no processo de interação. Esses embates podem ser observados em várias esferas da vida. Relacionamento interpessoal é um conceito do âmbito da sociologia e psicologia que significa uma relação entre duas ou mais pessoas.Este tipo de relacionamento é marcado pelo contexto onde ele está inserido, podendo ser um contexto familiar, escolar, de trabalho ou de comunidade.. O relacionamento interpessoal implica uma relação social, ou seja, um conjunto de normas comportamentais ... Na verdade, quaisquer outros tipos de comunicação não-verbal, como a postura e os gestos, também estão relacionados à habilidade de se comunicar. Ser capaz de falar em público, por exemplo, também é uma habilidade muito procurada pelos gerentes. 2. Resolução de Conflitos 4 tipos de relações interpessoais que você precisa reconhecer. Silvia Pahins. sexta-feira, out 13 ' Leia mais. Junte-se a mais de 50 mil mulheres. Receba atualizações, artigos, dicas e vídeos para empreender sua vida, trabalho e negócios (é grátis)! Vem aí a Maratona Empreenda Com Propósito: ...

Sobre memórias (ou como Steins;Gate fez algo único na história dos animes).

2020.05.16 18:06 epilef_backwards Sobre memórias (ou como Steins;Gate fez algo único na história dos animes).

Sobre memórias (ou como Steins;Gate fez algo único na história dos animes).
Ninguém sabe o que o futuro reserva. É por isso que as possibilidades são infinitas.
É clicando com o botão direito e, imediatamente após, selecionando a opção de loop na OST "Christina I", belíssima instrumental composta pelo gênio do piano Abo Takeshi, que, em meio às lágrimas que rapidamente me vêm aos olhos ao relembrar do episódio 22, inicio a escrita da análise desse show. Devo avisar, de antemão, que Steins;Gate, animação que adapta a visual novel de mesmo nome, dirigido por Takuya Satō , não é um anime para qualquer um. Como bem dito por Thalius, ser para todos não significa ser para qualquer um. Essa citação, em particular, uma das minhas preferidas, cabe à animação não porque ela trata de assuntos supostamente incrivelmente complexos como o tempo, mas, sim, porque ela apresenta diversas camadas e níveis de entretenimento. É, sim, possível se entreter apenas com a camada mais superficial, aquela que apresenta uma história sci-fi sobre viagem no tempo, no entanto, o aproveitamento da mensagem real do anime só é despertado quando você adentra às profundezas de Steins;Gate. Para iniciar, é bem verdade que a presença de temas profundos e, mesmo, desconhecidos pela ciência atual pode parecer um tanto quanto amedrontador e até desencorajador, principalmente para aqueles que não estão acostumados com termos científicos ou não se interessam tanto pelas ciências "exatas". Felizmente, temos o primeiro acerto de Steins;Gate nesse ponto, e o início das características que o diferem de qualquer outro anime existente, pois o anime se prende apenas na intensidade necessária aos conceitos e explanações que supostamente deveriam ser complexas. Isso é inteligente por parte dos roteiristas, pois são apresentados, sim, momentos explanatórios sobre uma máquina que eles irão construir, sobre os conceitos utilizados nessa máquina ou, mesmo, sobre o funcionamento de certos princípios essenciais para o nosso entendimento;contudo, o anime nunca faz isso parecer monótono ou mais complicado do que é. Muito pelo contrário: Steins;Gate faz um trabalho excepcional em explicar os conceitos necessários à trama de maneira simples e compacta, sem necessidade de longos diálogos e/ou complicações extraordinários só para "cultizar" os personagens que realizam a explicação (sim, Sword Art Online: Alicization, eu estou olhando para você neste exato momento; para você e, principalmente, para a explicação longínqua, monótona e confusa sobre o funcionamento do mundo de realidade virtual apresentado na temporada). Desse modo, Steins;Gate consegue estabelecer rapidamente os conceitos principais que regem o show sem fazer parece-los bichos de sete cabeças, o que poderia, e, provavelmente, iria, afastar muitos indivíduos.
Outra qualidade louvável, ainda no mesmo plano da última, é a capacidade da animação em flutuar em um tema complexo como viagem no tempo e não apresentar furos no roteiro que embaralham a trama, fazendo que ela fique confusa e desconexa. Ao meus eu jamais tinha encontrado uma animação sobre viagens no tempo que não apresentasse sequer um furo de roteiro quando se trata de diversas linhas temporais. E exemplos contrários não faltam, incluindo o mundo fora das animações japoneses (a série The Flash, por exemplo, apresenta um roteiro fraco e repetitivo, no entanto, o que faz da experiência muito desagradável são os constantes furos criados pelo excesso de personagens indo e vindo em linhas do tempo que aparentemente são infinitas, porém, insuficientes para o roteiro, o qual usa e abusa em todos os níveis desse artifício do gênero). Isso é muito importante na consistência e no envolvimento com a obra, pois, assim que sabemos que o roteiro utiliza a viagem no tempo mais como artifício barato para resolver qualquer problema que apareça para ele, nosso senso de importância e de gravidade é drasticamente reduzido, uma vez que sabemos que, assim que o roteiro precisar, é só aparecer um personagem onisciente do futuro que irá resolver os problemas. Uma outra possibilidade de furo de roteiro causada pelo fator viagem no tempo é essa aparente onipresença de personagens que a utilizam. Em fato, talvez esse seja o maior problema nas histórias de viagem no tempo: personagens aparecem do nada e, bem como apareceram, começam a contar absolutamente tudo que irá acontecer, o que incluí detalhes impossíveis de serem lembrados. Tás posto um exemplo de ilustração: personagem A volta à linha do tempo que irá acontecer X evento de maneira a impedir aquele evento (lembrem-se, portanto, que é a primeira vez dela ali, o que significa que ela apenas tem noção de um PANORAMA sobre o futuro) e, de modo a confirmar que veio do futuro, diz que um copo de vidro irá ser derrubado e quebrado em exatos 5 segundos. Após os 5 segundos, bem como previsto por A, o copo é derrubado e, consequentemente, quebra ao tocar o chão. A pergunta mais simples e impossível de ser respondida é: como ela sabia do copo? Por acaso vir do futuro entrega à personagem conhecimento absoluto do que aconteceu antes? Sem contar que, em muitos casos, A sequer EXISTIA no momento que essa cena acontece, o que torna IMPOSSÍVEL o conhecimento do evento em questão. Esse truque é constantemente utilizado na parte da "solução do futuro distópico" e, por si só, não apresenta grande problema, o problema se instaura quando esse artifício compõe 90% das formas como a trama se resolve, pois fica clara a inabilidade do roteirista em utilizar sua criatividade e capacidade de escrever uma história no que tange à solução de problemáticas. Em suma, o problema não é haver um viajante do tempo que dá uma pista sobre ou soluciona certa problemática, o problema é só haver um viajante do tempo que dá uma pista sobre ou soluciona certa problemática. Quanto a isso, Steins;Gate dá uma aula de como resolver essa "intrincada do viajante do tempo", utilizando-se de uma série de artifícios narrativos para desviar o excessivo uso do já citado viajante. Em primeiro lugar, existem apenas dois personagens que possuem um conhecimento "sobrenatural": o protagonista, Okabe, e John Titor, aqui na pele de Suzuha, uma das personagens secundárias do show. Isso implica diretamente em dois fatores que devem ser de extrema atenção: existem menos personagens para furar o roteiro, uma vez que, quanto mais personagens transitam pelas linhas, mais fácil é do roteiro se perder em meio a tanta informação e o roteiro precisará de outras maneiras para resolver problemas, já que como se não fosse absurdo suficiente 20 personagens sabendo sobre linhas resolverem misticamente qualquer problema da trama, mais absurdo, ainda, é imaginar que apenas 2 o farão. Desse modo, Steins;Gate decide traçar um caminho que, embora seja mais complexo de ser realizado, pode entregar um resultado excepcional no final da obra. E felizmente é isso que acontece. Diferentemente das demais obras de viagem temporal, Steins;Gate apresenta um roteiro muito apurado e astuto, uma vez que ele se utiliza de personagens que já conhecemos como aqueles que irão, em um futuro, ter sapiência sobre tais viagens. Isso significa que os personagens que irão "dominar" o tempo já estão na trama, só precisamos dar tempo a eles para eles o dominarem. Em outras palavras: em teoria, temos somente dois personagens que sabem sobre viagens e máquinas do tempo e outras linhas temporais, no entanto, ao longo da própria história daquela linha do tempo, outros personagens também terão esses conhecimentos. Esse truque fica explícito na cena em que Daru reconstrói a máquina do tempo. Em um primeiro momento, poderíamos imaginar que ali se alocava um furo de roteiro, uma vez que, mesmo ele sendo colocado com um grande conhecedor de máquinas, programação e mecânica no geral, é surreal alguém construir um objeto que será criado anos a frente. Contudo, assim que imaginamos a pensar isso, recebemos a informação que o Daru será o construtor da máquina, o que significa que há parte do "DNA" dele nela, ou seja, a maneira de pensar dele, de montar máquinas própria do personagem, o que explica como ele conseguiu consertá-la. Outra "esperteza" do roteiro é criar um porto seguro, ou seja, aquele personagem que, independente da linha temporal, irá conseguir entender o que o viajante do tempo fala. Eu normalmente não gosto desse artifício, uma vez que ele é usado de maneira porca na maioria dos casos, pois, geralmente, não há nenhuma explicação lógica para aquela personagem em específica acreditar no viajante do tempo. No entanto, Steins;Gate não é a maioria dos casos. Aqui, temos a personagem Kurisu como sendo o porto seguro do personagem principal ao longo da sua caminha de construção e desconstrução da linha temporal. E tinha que ser ela, justamente porque ela é quem apresenta o conhecimento "bruto" sobre tais assuntos, ela é quem desenvolveu a máquina de saltos temporais. Ou seja, a escolha do roteiro foi exata e faz que não duvidemos da autenticidade do fato dela aceitar e entender o que o Okabe fala sempre que ele salta de uma linha para outra.
Saindo puramente dos aspecto envolvendo viagens e saltos temporais, o anime mostra novamente como possuir um roteiro sólido é uma das bases para a construção de uma obra-prima. Percebam como nada acontece em apenas um plano em Steins;Gate. Utilizando os dois exemplos citados no parágrafo acima, enquanto o roteiro anula a possibilidade de haver incongruências temporais ao trazer à tona que Daru foi o construtor da linha do tempo, ele cria um dos muitos plot twists da série; enquanto o roteiro utiliza Kurisu como o porto seguro do próprio roteiro para servir como alguém que aceita e ajuda o protagonista após o salto, ele insere os momentos mais profundos de desenvolvimento do casal e da sua relação, bem como aproxima ambos os personagens dos espectadores ao gerar um senso de humanidade e sentimentalidade nos dois. Sempre que pensamos que estamos encarando uma camada do show, seja um plot twist ou outro artifício do roteiro, temos, ao menos, mais uma outra camada acontecendo ao mesmo tempo. Desse modo, nada em Steins;Gate é único, gratuito, não existem cenas por conta própria, todas elas servem aos plots da animação mesmo que em camadas mais escondidas dos espectadores. Um exemplo claro são os D-mails: enquanto eles claramente servem como preparação para o plot da metade do anime, por trás deles temos a ideia de o quanto enviar uma simples mensagem pode alterar com a vida de milhares e, por que não, bilhares de pessoas. Um simples D-mail alterou por completo o bairro de Akihabara. Um simples D-mail alterou o sexo de uma das personagens, causou uma confusão gigantesca envolvendo outra personagem, o suicídio de outra. E o principal: a imprevisibilidade do tempo. Nem nós, nem os envolvidos nas mensagens e nem mesmo Okabe e Suzuha sabiam o que iria acontecer a princípio. Essas camadas são de extrema importância para um bom desenvolvimento a trama, uma vez que 24 episódios, mesmo parecendo uma quantidade considerável, é pouco tempo para uma história, ainda mais se tratando de animes (os quais os episódios tendem a durar entre 22 e 24 minutos com aproximadamente 19~20 minutos de animação propriamente dita, já que deve haver espaço para a opening e ending). Um dos truques de mestre do roteiro de Steins;Gate é apresentar várias coisas ao mesmo tempo: enquanto há um plot, temos desenvolvimento da trama, dos personagens, explanação sobre temas complexos de maneira surpreendentemente acessível (alô, Thiago!) e uma mensagem sendo passada por trás daquilo.
Ainda no roteiro, é chegada a hora de falar sobre o que, ao menos para mim, separa completamente Steins;Gate dos demais animes que eu assisti, sim, de todos, é chegada a hora de falar sobre os personagens. Ou melhor, sobre o desenvolvimento dos personagens. É muito raro, em animes, haver um real desenvolvimento de personagem, ou seja, um arco completo de desenvolvimento. O que acontece em animes que levam com mais seriedade o ato de escrever uma história, realidade que, infelizmente, não é a da maioria dos animes, é um "pseudodesenvolvimento", o que significa que, ao invés de ser apresentado um arco completo, é apresentado um meio arco ou um arco de "tamanho" correlato. Ou seja, nos é dado certo desenvolvimento do personagem, porém, tal desenvolvimento é limitado em demasia e, em alguns casos, é dotado de uma única utilidade na trama: não deixa o personagem, normalmente o principal, planificado, sem sentimentos, sem evolução. Isso porque tal evolução é o que humaniza o personagem, é o que nos faz sentir algo por ele, sentir suas dores e suas conquistas, pois criamos empatia por ele. E em Steins;Gate temos o que eu considero como sendo um dos melhores arcos de desenvolvimento de personagens do mundo dos animes. Antes de chegar nele, devo falar sobre os personagens em si.
A obra apresenta relativamente poucos personagens, estando esses relacionados de alguma forma com o laboratório, seja porque são um dos membros ou porque é quem aluga o laboratório para Okabe e seu grupo, o que possibilita a criação de uma identidade para cada um deles: os personagens de Steins;Gate, mesmo os secundários, são quase que exclusivos da obra. Mesmo muitos seguindo alguns estereótipos, eles sempre apresentam algo para nos lembrarmos de que eles são humanos e cada um apresenta sua própria personalidade. Isso, em si, já se caracteriza como uma característica importante no desenvolvimento de um anime de qualidade: é sempre bom termos bons personagens ao nosso lado durante a caminhada que nos será contada. Contudo, apenas bons personagens não fazem uma trama. É necessário haver o desenvolvimento deles, uma vez que é importante demonstrar que o que aconteceu na estória afetou eles de algum modo, afinal de contas, se não afetou meros personagens criados por outros humanos, quem dirá um humano. E, novamente, Steins;Gate acerta em cheio. Com momentos pequenos que demonstram o estado emocional dos personagens (falo de olhares, maneirismos criados ou deixados de lado, estado corporal, postura, etc) e de explanações necessárias sobre como personagens está se sentindo ou sobre como ele mudou após certo acontecimento, Steins;Gate desenvolve os seus personagens por meio de outros acontecimentos da trama(lembram do "sempre há mais de uma camada?" então...). Além de compactar a trama, os momentos de twists e plots são de extrema importância em um show porque é ali onde deve haver um impacto maior nas personagens e em nós espectadores, e Steins;Gate não deixa devendo em absolutamente nada quando falamos de plots e twists de uma estória. É inacreditável a capacidade do roteirista de subverter possíveis convenções do gênero em momentos tocantes, emotivos e importantes para a trama. É ao subverter as nossas expectativas após termos contato com tantas obras mal feitas sobre viagem no tempo que o roteiro encontra o elo entre as diversas partes da trama da animação; em outras palavras, é quando achamos que sabemos o que está acontecendo que o roteiro nos pega desprevenidos, é quando achamos que a situação não pode ficar pior que ela, de alguma maneira, consegue realizar esse feito. Inclusive, Steins;Gate apresenta algo único, ao menos eu nunca assisti uma obra com tal característica, ao realizar um dos maiores plots da série com algo que já tínhamos conhecimento. É o já conhecido, e muito bem utilizado nas melhores obras de todos os tempos do cinema, "nossa, como eu pude não perceber isso". Estou falando do momento em que o Okabe percebe que, ao decidir voltar à linha beta, ele também fez uma outra decisão: sacrificar Makise Kurisu. Um dos raros momentos nos animes que me dão arrepios ao lembrar dele. Mesmo já sendo algo que você sabe, afinal de contas ela morre naquela linha temporal no primeiro episódio, o anime faz questão de nunca mais tocar no assunto, de esconder tal fato, a fim de, no momento em que imaginamos estar tudo certo, nos pegar com os rabos entre as pernas. Absolutamente genial. São poucos os pontos que eu sequer cheguei a cogitar um erro quando se trata do roteiro de Steins;Gate.
E não bastando os inacreditáveis plots da série, temos um arco de desenvolvimento duplo que ocorre concomitantemente à evolução da trama e à preparação de outros plots (novamente, nunca é apenas uma camada): o arco do Okabe. Eu poderia resumir ele a algo como "assista por conta própria e experimente o que é a evolução real de um personagem", porém, estaria sendo injusto comigo mesmo, porque o fator que mais me motivou a escrever essa crítica foi esse arco. No início do anime nos é apresentado um estranho e peculiar cientistita japonês nomeado de Okabe Rintarou, o qual possuí um também estranho e peculiar laboratório composto por outos dois membros: Daru, conhecido como "super hackar", e Mayuri, uma gentil e inocente amiga de infânce de Okabe. No laboratório, eles testam equipamentos supostamente tecnologicamente avançados. Embora seja um local mais parecido com um mini-apartamento que foi utilizado por 20 anos como oficina e não com um laboratório, Daru e Okabe são extremamente inteligentes e realmente projetam e criam alguns objetos interessantes (enquanto Mayuri fica ao fundo compensando a aura nerd em demasia dos dois). Ao ser apresentado, Okabe apresenta diversos maneirismos e atitudes únicas do personagem, fatores que já estabelecem uma relação direta com o personagem: tudo aquilo que é novo é intrigante, e, se é intrigante o suficiente, por que não tentar entendê-lo? É apartir dessa ideia de peculiaridade do personagem que nos gradualmente, ao decorrer dos primeiros 11 episódios, aprendemos a gostar do personagem, a reconhecer tais pecualirades não apenas como esquizitices do personagem, mas sim como traços que componhem a sua personalidade animada, radiante e até despojada, mesmo ficando claro que ele não é o melhor cara do mundo quando se trata de relações interpessoais. No entanto, nunca é passada aquela ideia de pessoa isolada, que nega os demais em prol de uma ideia maluca da sua cabeça (a qual é muito presenta em cientistas malucos; geralmente, o personagem é um completo babaca), o que nos conecta de vez com o personagem. No entanto, tudo muda quando os efeitos dos D-mails começam a aparecer, tudo muda quando ele precisa a largar o seu estilo despreocupado com o mundo e começar a tomar decisões que vão alterar a sua vida e a vida de todos aqueles que ele ama. Inclusive as duas que ele mais ama. Mayuri e Kurisu são personagens chaves na história à medida que são elas, ou fatos que acontecem com elas, que guiam as tomadas de decisão de Okabe: ora a morte da Mayuri faz que Okabe decida ir de volta à linha Beta, ora Kurisu o faz entender de outra maneira a situação e o ajuda a superar os desafios dessa árdua caminhada. É ao longo dela, portanto, que temos o desenvolvimento desses dois como um casal e como figuras isoladas com um aumento considerado do "screen time" de ambos juntos, o que demonstra a inteção do roteiro em enfatizar eles como um casal. Mas lembram-se do que eu disse antes? Nunca é apenas uma camada. Não somente temos a intenção do casal pelo simples fato de ambos parecerem, e, quem sabe, serem feitos um para o outro, mas sim porque é desse desenvolvimento que o anime prepara o choque que tanto Okabe como nós iremos sentir: o da decisão entre quem irá viver e quem irá morrer. Vejam como aquelas ideias colocadas anteriormente sobre o porto seguro se conectam diretamente ao que acabara de ser exposta: é Kurisu quem serve de porto seguro, para a trama e para Okabe. É ela quem o ajuda nos momentos mais desesperadores, quem sorri para ele quando o mesmo só consegue ver uma linha que leva a um final desastroso. É, portanto, do desenvolvimento de um simples casal que o roteiro retira um rico arco de um dos personagens. Aliás, cito o romance dele com a Kurisu como o principal pois de fato ele o é, porém, cada personagem em específico da obra serve de desenvolvimento para o Okabe e cada linha temporal que ele volta ou avança apresenta uma direta alteração nele. Percebam como o anime dedicou um episódio inteiro apenas para ele e Ruka poderem ter seus conflitos e suas sub-tramas resolvidas. Nada é deixado para trás em Steins;Gate, bem como nada é de graça. Percebam como outro episódio é dedicado à explanação sobre a realidade da Moeka e sobre como ela foi induzida a realizar o ato que desencadeou toda a jornada de Okabe. As pontas das linhas da animação sempre se encontram devidamente amarradas.
No entanto, para completar o arco do personagem e separar, de uma vez por todas, Steins;Gate dos demais animes, temos a mensagem principal do anime. Percebam que eu sequer toquei nela ao longo da escrita, e isso se dá justamente porque o anime contém diversas mensagens, cada uma em sua devida camada de entretenimento. No entanto, foi após terminar o episódio 24, sentar e pensar um tanto sobre a obra que eu consegui enxergar o que o autor realmente quis passar para quem assiste a animação: muito mais do que uma obra sobre o tempo, sobre pulos, viagens e temáticas temporais, sobre um casal destinado a ficar junto, sobre como os humanos não devem brincar com o tempo achando que não haverão consequências futuras, Steins;Gate é sobre memórias. Não somente memórias, mas como essas memórias podem afetar uma pessoa. Como essas memórias moldam que nós, humanos, somos, como essas memórias são uma dádiva e uma maldição: esquecer elas pode ser doloroso, porém viver com elas pode ser tão doloroso quanto. Todos esses pontos convergem no que, para mim, foi o melhor momento do show: o episódio 22. Foi um dos únicos três momentos dentre os que eu já experimentei assistindo animes em que o pranto foi inevitável. Porque não somente é o ápice perfeito para um casal perfeito, não somente é um momento que todos pensávamos até então, não somente é um turbilhão de emoções: é sobre como esses momentos mágicos e líricos podem ser, em fato, um laço à realidade que vivemos que terá de ser partido de maneira dolorosa e melancólica. A dor de conhecer uma pessoa melhor do que ela mesma e ela sequer saber direito quem você é. A dor de ter que guardar as memórias vividas. A dor de ter que lidar com memórias que, como o nome sugere, são, agora, apenas memórias. Como bem dito por Kurisu, a Teoria da Relatividade é muito romântica. Mas muito triste.
Nada do que foi colocado seria tão efetivo se não tivéssemos uma brilhante trilha sonora de fundo. Em específico, devo citar a música que coloquei no início do texto. Essa é a OST que aparece no episódio 22, e justamente por ser o episódio mais emotivo e doloroso da série, essa OST carrega consigo um peso, uma clara dor, uma clara sensação de algo que ficou no passado. Ou melhor, em outra linha temporal. Algo que você amou e se agarrou com todas as forças, porém o destino inevitavelmente fez você perdê-lo. No geral, Steins;Gate tem muitas das melhores OSTs das animações, sempre cumprindo com o papel de reforçar o mood da situação.
Em suma, Steins;Gate é uma animação única pois consegue fazer muito bem tudo aquilo que se propõe a fazer: apresenta personagens incríveis e únicos, plots e twists de levar você do céu a terra em questão de segundos (os quais vão completamente te hipnotizar e forçá-lo a terminar o show sem pausas), arcos emocionais, principalmente o de Okabe, ímpares e cumpre a difícil missão de apelar o mínimo possível às convenções de obras do tipo. Se pudesse resumir o anime em uma palavra seria a palavra "único", pois diversas das características citadas não se encontram em outros animes ou, caso se encontrem, são minimizadas pela pressa do roteiro em querer demonstrar logo os plots da série. Não posso deixar de falar, antes de terminar o texto, sobre o passo do anime. Mesmo muitos criticando a primeira metade, ela, para mim, é o exemplo perfeito de como uma história deve ser feita. Sem pressa, demonstrando os personagens e dando a eles peso, importância, expressão, unicidade e humanidade. Steins;Gate é uma obra-prima do início ao fim e mesmo que possa apresentar algumas peças que, por se tratar de uma animação relativamente curta (lembremos que outras animações que fizeram algo parecido com Steins;Gate tiveram 40~50 para tal), podem faltar, as peças que se encontram montando o quebra-cabeça compensam completamente as que podem faltar. É como olhar uma Pixel Art a distância: um ou outro bloquinho faltando não retira a primazia do todo.
Minha nota perfeita é muito mais sobre como o anime me impactou do que seu número de acertos e erros, e é por isso que Steins;Gate segue sendo uma das quatro notas 10 na minha lista e meu terceiro anime preferido. Estonteante, imprevisível e apaixonante, certamente é um anime que te fará pensar sobre conceitos complexos, como viagens e saltos temporais, e, ao mesmo tempo, conceitos completamente humanos, como perda, memórias e escolhas.
Se tivesse acesso a uma máquina do tempo, buscaria alguma linha temporal em que o meu eu não se apaixonou completamente por Steins;Gate, porém, devo concordar com Okabe sobre como tudo parece convergir para um inevitável fim.
Escrita ao longo dos dias 14, 15 e 16 de maio de 2020, 16 anos antes da Terceira Grande Guerra.
Um dos poucos momentos na história da animação em que a perfeição foi alcançada. O final do episódio 24, junto com o episódio 22, são os melhores momentos que eu tive ao assistir uma animação japonesa ao longo das centenas assistidas.
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2019.07.13 01:47 migueucardouso A importância da leitura!

A importância da leitura!
Todos nós enfrentamos atividades no nosso dia-a-dia que não apreciamos muito. São vários os exemplos possíveis que vão desde profissionais, como lidar com chefes, ou pessoais, tarefas de casa, cuidar de filhos … No Pon7o de Vis7a de um estudante, sempre houve um exercício que nunca fora do seu bom agrado, a apresentação do projeto de leitura.
No ínicio de todos os anos letivos, depois de formalizadas as datas das apresentações, poder-se-ia facilmente retirar três tipos de alunos:
1º - Aluno aplicado. Lê todo o livro e realiza uma apresentação conseguida, bem fundamentada e bem pesquisada.
2º- Aluno que deixa tudo para a última. Lê um pouco do livro, ou por vezes nem lhe toca. Recorre à famosa “Inter-rede” (referência bem marcante para todos os jovens), onde se “inspiram”.
3º- Aluno que nem sequer se dá ao trabalho de escolher o livro, limita-se à famosa bola (referência ao senhor Jorge Jesus) no parâmetro avaliado.
  • Não posso falar enquanto professor, mas certamente que se tiver algum leitor / ouvinte que exerça a profissão em questão, se identificará com alguma história já passada. *
Quando era mais jovem, nunca havia percebido o porquê de algumas pessoas ocuparem o seu tempo a ler. Porém, há pouco tempo, decidi dar uma oportunidade aos livros e naveguei pela diversa panóplia disponível pelas estantes presentes em casa. Dos inúmeros que por lá habitavam, escolhi um por puro acaso, talvez pelas cores, ou as letras que revestiam a capa, o que quero dizer é que foi uma escolha sem qualquer conhecimento e interesse, ainda assim, o autor presente na lombada do livro tem um peso significativo, logo aí, fiquei seguramente mais tentado pela sua escolha. O título era simples: “Alves & Cª”, de Eça de Queirós. Apesar da minha ignorância até então, de vários autores, todos nós devemos reconhecer os ilustres génios.
Após a análise da obra, fiquei fascinado com a precisão das palavras utilizadas. A sua força e colocação na frase retratavam tão bem as gentes, assim como os costumes da época. O que me delicia ainda mais, é o facto que ainda hoje conseguimos perfeitamente, padronizar as mesmas manias por toda a sociedade. Após este acontecimento, ofereci-me à tentação de deslizar pelas folhas de muitos outros livros. Censuro-me constantemente, como só agora vi a importância da literatura?
Com a interpretação de documentos, livros e histórias conseguiríamos reter um maior conhecimento face às várias situações do dia-a-dia. As relações interpessoais desenvolver-se-iam com maior facilidade.
Com a perspectiva de vida das pessoas, retratada através das obras, observaríamos as dificuldades por que passavam, ou a riqueza acumulada e construída. Com estes testemunhos seríamos muito mais tolerantes e apreenderíamos técnicas para singrar na vida.
Para concluir a minha intervenção, apresento o ponto que acho mais importante: Não se repetiria os mesmos erros do passado. O crescimento exagerado do populismo deve-se à falta de conhecimento e de informação pelas grandes massas populacionais. Basta relembrar o que se viveu no último século, duas grandes guerras onde houve baixas indeterminadas, destruição material e imaterial, os países endividaram-se de forma assombrosa. Como é possível apoiar coisas (nem merecem um nome) que preferem ver outro a afogar-se, do que acolhê-las?
Acabo este artigo desabafando. O futuro irá ser bastante chuvoso, com trovoada à mistura. A população quer voltar a envergar por caminhos, que infelizmente, sempre trouxeram o retrocesso moral, monetário e de crescimento populacional. Afortunadamente, habito num país que sabe muito bem pelo que passou.
Os livros são importantes! Leiam, informem-se e lutem pelos direitos da humanidade!
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2018.11.22 14:08 faukman Precisamos falar sobre o futuro do politicamente correto

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2018.01.04 05:17 Prismatta Como vencer a timidez transformou meu 2017

NL/NL: Como um fracassado solitário e extremamente tímido se tornou apenas um fracassado.
DISCLAIMER: Experiencia anedótica, pessoal, funcionou para mim, talvez não funcione para você mas se eu puder ajudar alguém, quem for, vale a pena.
Segundo, se você tem fobia social, ou pelo menos suspeita de "algo maior" que apenas timidez, procure a ajuda profissional, não há nada errado em pedir ajuda
CONTEXTO: Guri sem amigos, sem namorada/vida amorosa, acabado de terminar o ensino médio, passava meus dias trancafiado em meu quarto, em completa solidão, e muitas vezes por dias sem uma interação social fora do meu circulo familiar. Vejo-me no buraco e com uma vaga na faculdade, em um curso onde o QI (quem indica) é essencial, preste a começar, decido que é hora de sair desse poço.
O QUE EU FIZ
ACEITAR-ME: Antes de começar a externalizar mudança, você tem que mudar o interior, e antes de ser amigo de qualquer pessoa, primeiramente você tem que ser amigo de si próprio, AUTO ESTIMA é a palavra chave, se você não tiver uma relação boa com si próprio e se aceitar, você não vai pra frente amigo. "Mas como eu faço isso?", bom isso é com você, o que eu fiz foi aceitar quem eu era, e que tava no fundo do poço, aceitar as coisas que eu gosto de fazer, meus defeitos e problemas, minha personalidade e quem eu sou, além de tirar o pensamento que as pessoas estão me julgando 24/7, entrei para academia pois não estava feliz com meu corpo (sub-peso) e a partir dai comecei a trabalhar minha auto-estima. É um trabalho árduo e lento, mas é o pilar de uma vida equilibrada.
LEITURA: Parabéns, estava mais confiante em si mas a timidez ainda estava lá, persistia e me arrastava para baixo num poço de frustração, "o que eu vou fazer?", pensei eu, quando me veio a "brilhante" ideia de ler sobre o assunto. De antemão, antecipo que sou um avido leitor e entusiasta de estratégia, então já tinha conhecimento de Sun Tzu, Musashi e do "deus" Maquiavel e outros autores do gênero, foi quando eu conheci livros que aprofundavam no comportamento humano e estruturas das relações interpessoais, não quero me alongar mas devo dizer que o livro de Dale Carnegie "How to Win Friends And Influence People" é uma jóia rara no meio desse gênero, junto com Maquiavel é leitura obrigatória, Não é um livro de auto-ajuda como o titulo dá a entender, mas é foi guia que eu levo até hoje, se quiser se aprofundar mais, há livros muito bons em behaviorismo e autores como Robert Greene sobre o assunto, porém são leituras mais densas.
PRÁTICA: Aqui é o divisor de águas, eu tinha a auto-estima (em construção) necessária e a teoria, mas como colocar isso em prática? Qual é a melhor maneira de fazer algo grande se tornar alcançável? Simples METAS, estabeleci metas para mim, as aulas estavam para começar, era hora de começar dar a cara a tapa, e enfrentar a timidez e fazer a mesa virar, "que tipos de metas estabeleceu?, variavam de coisas bem simples a coisas bem complicadas, é válido citar algumas como por exemplo "Vou manter um small talk com todo mundo do primeiro ano pelo menos uma vez nesse primeiro mês", resultado, em duas semana eu tinha falado com TODOS os alunos do primeiro ano do meu turno, tive um leque de sentimento durante essa atividade, desde felicidade e conforto, até medo, insegurança sem contar as diversas gaguejadas e suadores, entretanto foi um aprendizado gigantesco para mim, com conhecimento de praticamente todo mundo pude me inserir num grupo (na qual me encontro até hoje) e quando não estiver com esse grupo, posso pelo menos, manter um small talk com qualquer um.
Segunda Meta: "Não recusar nenhum convite para sair, se eu tiver condições de ir", mark my words, inércia te joga para o fundo do poço pois é confortável, durante o primeiro mês (e até hoje) não recusei nenhum convite para sair, por mais cansado ou desanimado eu estava, eu simplesmente ia, sem pensar duas vezes, e com toda segurança posso dizer, grande partes dos amigos que fiz foi na mesa do bar, cada cerveja que descia minha timidez desaparecia, em essas oportunidades pude conhecer mais profundamente as pessoas do meu curso e conhecer outros grupos de outros grupos, talvez a melhor escolha que tenha feito no ano que passou para sair da inércia que me encontrava.
E a ultima que vale a pena citar, "Eu não sei o que eu gosto se não tentar": Usei isso como pretexto para entrar em TODAS atividades que estavam ao meu alcance na faculdade e fora, desde grupos de estudos, times de esporte, bateria, comecei aulas de violão e tomei coragem para terminar o Inglês. Outra decisão que me trouxe diversos benefícios, me estabeleceu muitos contatos, obviamente abandonei tudo que não me chamou atenção ou não consegui manter, porem finalizei o curso de inglês, continuo firme e forte no violão, e sou membro fundador e ativo do time de Cheerleader do meu curso. Tudo isso me obrigou a conviver e lidar com pessoas, passeis por diversas situações inusitadas e algumas complexas que nunca pensaria que passaria e fui obrigado a resolver, e nesse tipo de situação não há espaço para timidez, tive que colocar a cara a tapa diversas vezes, e depois de tudo isso, foi bom, um aprendizado sem igual sobre relações interpessoais (algo que venho ampliando no meu estágio voluntário).
Acho que é isso, pelo o menos sumarizando, a partir disso fui colocando em prática e absorvendo tudo isso no meu dia a dia e carrego isso até hoje, tudo isso me ajudou a me tornar uma pessoa equilibrada, muito menos tímido (apesar de existir um pouco, mas não atrapalha minha vida) e possivelmente me tirou de um inicio de depressão.
Se quiserem levar apenas uma dica de tudo isso, apenas digo: saia da inércia
Se alguém tiver alguma pergunta vou estar feliz em em responder
Sorry for the long post, here's a potato
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2017.11.23 12:17 Franciane32 Empatia: segredo de um relacionamento saudável.

Partindo do princípio de que nós, seres humanos, não somos feitos para ficarmos sozinhos e de que somos seres coletivos e vivendo em sociedade, precisamos de pessoas ao nosso redor para nos relacionarmos e para atingirmos nossos propósitos.
Por mais que você tenha a necessidade de, na vida pessoal, estar sozinho com seu eu e com sua liberdade, em algum momento terás a necessidade de se relacionar com alguém, terás a necessidade de conversar e terás a necessidade de dividir as alegrias, as felicidades, as tristezas, as angustias e as dúvidas. Assim como terás a necessidade de ter pessoas ao seu redor para que consigas atingir seus propósitos pessoais.
Já em se tratando de vida profissional, estar sozinho é praticamente impossível: você precisa trabalhar em equipe, precisa de clientes para que o empreendimento tenha sucesso, precisa de um empregador para conseguir um emprego e precisa de pessoas para lhe ajudar a atingir os propósitos profissionais.
Resumindo: Você precisa de pessoas ao seu redor mesmo que tenha a necessidade de estar sozinho.
E para que você tenha relações saudáveis e duradouras com as pessoas é fundamental desenvolver a empatia. A empatia rege as relações interpessoais na vida pessoal e profissional.
A empatia é a capacidade de sentir e compreender as emoções e os sentimentos de outras pessoas ao se colocar no lugar delas.
Todas as ações realizadas por você causam algum tipo de impacto, seja positivo ou negativo, consciente ou inconscientemente nas pessoas, podendo causar desde um certo desconforto a um afastamento. Por isso é muito importante sentir e compreender as emoções e os sentimentos de outras pessoas.
Para muitas pessoas, se colocar no lugar de outrem é bem difícil por não saberem como agir. Já para muitas outras, se colocar no lugar de outrem é desnecessário por acharem que não faz diferença dentro de uma relação. O fato é que se colocar no lugar de outras pessoas não só bom para o relacionamento e para elas. É bom para você mesmo, pois você vai se sentir mais seguro e mais confiante ao lidar com as mais diversas situações.
Dicas para desenvolver a empatia:
§ Se autoconheça: O autoconhecimento facilita o sentir e a compreensão acerca dos sentimentos e das emoções das outras pessoas.
§ Seja flexível: Ter uma mente aberta leva a uma melhor compreensão das razões pelas quais as emoções e os sentimentos das outras pessoas se manifestam nas mais diversas situações.
§ Se faça perguntas antes: Antes de tomar alguma atitude ou de dizer algo, se pergunte antes:
§ Coloque-se sempre no lugar do outro: Não faça aquilo que não gostaria que o outro fizesse contigo, ou seja, é se colocando no lugar do outro para entender as consequências ruins das atitudes ou das palavras ditas.
§ Compreenda e respeite: Todas as pessoas reagem de maneira diferente, têm emoções e sentimentos diferentes nas mais diversas situações.
§ Esteja ciente de suas ações e suas consequências para as outras pessoas: Pense sempre em como as outras pessoas irão reagir as suas atitudes. Pensar só em ti é só em caso de não haver outras pessoas envolvidas.
§ Escute, compreenda, não julgue e não faça criticas destrutivas: Ter empatia envolve ter uma postura sensata, ter uma comunicação limpa, sem vícios de julgamentos e de criticas destrutivas, livre de preconceitos e longe do senso comum.
Lembre-se: desenvolver a empatia não é benéfico somente para as relações interpessoais, é benéfico também para nós mesmos.
Por Franciane Torres.
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2017.01.25 22:50 ricknewgate Como lidar com dinâmicas de grupo?

Logo logo vou começar a buscar estágios e, conversando com familiares e amigos, percebi que um tema recorrente eram as famigeradas "dinâmicas de grupo". Pelo que me parece, a empresa quer que você demonstre desenvoltura em relações interpessoais e esse tipo de coisa. É verdade? Compartilhem suas experiências, positivas ou negativas, em dinâmicas de grupo.
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